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Dia: 31 de Janeiro, 2019

Alimentos para o coração: a saúde cardiovascular, desde o super

Terça-feira 04 de abril de 2017, 05:23 pm, última atualizaçãoAlimentos para o Coração, Saúde Cardiovascular, Compras Inteligentes

Para celebrar o Dia Mundial do Coração (29 de setembro), aprenda a fazer compras que beneficiam a sua saúde cardiovascular. Pegue lápis e papel, e anote o que você deve incluir ou retirar seu carrinho do super.

Embora as doenças do coração são a principal causa de morte no México, a boa notícia é que podem ser evitadas se você modificar certos hábitos alimentares intimamente ligados a dois fatores de risco cardiovascular: obesidade e consumo excessivo de sal.

Sempre que fizer suas compras, lembre-se dessas dicas:

1. Escolha frutas e legumes de cor intensa para preparar saladas ou sucos, por exemplo, tomate, melancia ou toronjas, pois contém grandes quantidades de licopeno, pigmento com forte poder antioxidante que protege seu coração.

2. Sempre leva alhos e cebolas, já que, além de contribuir com o delicioso sabor aos seus pratos, contêm substâncias com propriedades anticoagulantes, ou seja, favorecem a circulação sanguínea e o transporte de oxigênio através da hemoglobina a todo o organismo.

3. Compra de peixe. Dá-se preferência aos azuis (salmão, sardinha, arenque, atum, truta e mexilhões.), já que têm elevado teor de Ômega 3, gordura “caridade” que evitam a formação de coágulos sanguíneos (trombos) e ajudam a regular a pressão arterial.

4. Leva nozes e frutos secos. Também contêm Ômega 3. Consúmelos entre refeições e adicione aos seus saladas favoritas.

5. Restringe a compra de carne vermelha, já que suas abundantes gorduras saturadas aumentam os níveis de colesterol “prejudicial” (LDL), o que pode causar acúmulo de depósitos de gordura nas artérias, e reduzir a capacidade do coração para bombear sangue e oxigênio para o organismo.

6. Diga adeus sal ou reduz o seu consumo para manter a sua pressão arterial sob controle. Lembre-se que 75% do sal que consumimos provém de alimentos processados e os 25% restantes o adicionamos quando preparamos os pratos ou estamos em cima da mesa. Se não pode renunciar a ela, procura substitutos ou sais reduzido em sódio (geralmente são feitas com compostos de potássio ou magnésio).

7. Muda o teu azeite tradicional por azeite de oliva. Este é um dos principais alimentos para o coração, já que contém vitamina E e polifenóis, que evitam a oxidação do colesterol ruim e o aparecimento de doenças cardiovasculares.

8. Esqueça-se do álcool. Ao evitá-lo por completo mantém controlado o índice de triglicérides, uma vez que são geradas através de alimentos não gordurosos, como o álcool e os carboidratos.

9. Inclui a soja. Além de ser importante fonte de proteínas, seus compostos naturais (isoflavones) actuam como hormonas humanas que regulam os níveis de colesterol. Atualmente, os produtos que contêm soja são muito acessíveis e numerosos (do leite, feijão e óleo, até bebidas com sabores frutados), pelo que poderá encontrar qualquer um a seu gosto.

10. Muda o chocolate branco por negro. Estudos afirmam que consumir uma onça (28.30 g) deste tipo de doce por dia previne em 37% o risco de doenças cardiovasculares.

Proteger a sua saúde cardiovascular é simples, se você comprar alimentos para o coração. Faça a sua lista!

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Vício da adrenalina nos esportes radicais

Esportes extremos, o Excesso de adrenalina, Adição a perigo

A adrenalina costuma ser associado aos chamados esportes radicais ou atividades físicas de alto risco, como o bungee jumping. Mas, na realidade, trata-se de hormônio que desempenha funções específicas muito importantes.


Conduzir um carro a uma grande velocidade, saltar de pára-quedas, navegar sob uma tempestade e nadar entre tubarões são atividades fora do comum que têm inusitado sucesso, devido ao excesso de adrenalina que permitem segregar. Aqueles que as viveram acham difícil explicar a sensação de enfrentar o perigo “cara a cara” e o desejo de repetir a façanha.


Também chamada de adrenalina, este hormônio foi isolada pela primeira vez pelo químico japonês Jokichi Takamine e, desde então, vários estudos têm relatado que quantidades normais de adrenalina no corpo permitem o correto funcionamento dos triglicerídeos (principal tipo de gordura no corpo humano), assim como o ótimo aproveitamento de açúcares por parte do organismo.


Quando o cérebro percebe pânico ou raiva, seja real ou potencial, envia sinais para as glândulas supra-renais (que fazem parte do sistema endócrino e se localizam sobre os rins), as quais caem na corrente sanguínea dois hormônios, a adrenalina e noradrenalina, responsáveis por aumentar a pressão arterial e a freqüência do ritmo cardíaco, liberar o açúcar armazenado no fígado e relaxar determinados músculos.


Muitas vezes não nos damos conta, mas as pupilas se dilatam para aguçar a visão, são nossos, as raízes do cabelo, das vias respiratórias, que se expandem para que entre mais ar e a transpiração aumenta; além disso, mantém o corpo frio e os músculos recebem mais sangue e se houver necessidade de entrar em ação.


Cabe mencionar que em alguns casos de emergência, por exemplo, quando as manobras de reanimação não funcionam diante de um ataque cardíaco, a adrenalina é usado para restabelecer os batimentos cardíacos através de injecção intravenosa. Por seu lado, pacientes com asma costumam empregar medicamentos à base de hormônio para abrir as vias respiratórias.


Cenários que ameaçam a segurança do indivíduo, causando maior produção desta substância, obrigando a escolher entre duas alternativas: fugir ou enfrentar o perigo, reações que, várias vezes, realizamos, de forma diferente, como o faríamos se tivéssemos a calma necessária para decidir o que fazer, já que o excesso de adrenalina diminui o pensamento racional, tornando-os menos propensos a levar em conta as conseqüências de nossos atos.


Assim, o desafio para aqueles que estão conscientes de que enfrentam o perigo está em controlar o medo e, dessa forma, ir em busca do desconhecido. Não obstante, o desafio pode se tornar vício da adrenalina, já que cada vez mais se necessitam de doses mais fortes para encontrar satisfação, sob o pretexto de eliminar o stress.


É aqui quando a vida é posta em risco, pois, embora os esportes radicais são bastante seguros para poder desfrutá-lo ao máximo, a exigência leva o indivíduo a transgredir as fronteiras do normal e desenvolver uma espécie de vício do perigo.


Atualmente pesquisam-se os impulsos desta motivação, pois cada vez são mais os viciados em adrenalina que vivem em constante concorrência com eles mesmos, mais do que com os outros, já que se impõem desafios mais intensos.


Outros esportes de menor risco são capazes de estimular o cérebro a produzir dopamina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar, mas é claro que jogar futebol nos fins de semana, não gera a mesma sensação que amarrar os pés a uma corda de 30 ou 40 metros sujeita à beira de uma ponte e deixar-se cair ao vazio.

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