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Mês: Fevereiro 2019

Dependência de drogas: lei que combate o narcomenudeo

Nova lei busca de proteção contra a dependência de drogas e causa controvérsia.


Em 28 de abril de 2006, a Câmara dos Deputados aprovou uma reforma na lei para combater o crescente comércio de entorpecentes na rua (narcomenudeo). Como parte da medida se estabeleceram as faculdades que as autoridades estaduais e municipais têm para punir e combater a venda de drogas em lojas, carros, casas e escolas, fato que, a partir de agora, será punido como crime, do foro comum, quando anteriormente a única entidade competente para o reconhecimento de um problema de narcomenudeo era o governo federal.


Além disso, foram instituídas as obrigações por parte do Estado para a reabilitação de toxicodependentes, foi especificado que a informação que receba a população deve estar baseada em estudos científicos e alertá-lo de forma clara sobre os efeitos e danos físicos e psicológicos do consumo de estupefacientes e psicotrópicos. No entanto, a fração mais polêmico da reforma da lei é uma tabela de doses de droga permitidos para consumo dos narcodependientes.


Esta última medida tem suscitado diversas opiniões, tanto a favor como contra, algumas das quais têm a sua origem fora do território mexicano, pois para muitas pessoas, a medida incentiva o consumo de droga , em vez de combater a sua venda.


Do anterior se deduz do fato de que o Congresso da União pela primeira vez autorizou uma tabela de drogas, com um limite máximo para consumo pessoal, sem penalidade, no que verifique ser farmacodependiente; da mesma —a qual apresentamos os produtos de maior consumo no Brasil— permite portar o dependente do narcótico:



  • 5 g de maconha.

  • 500 mg de cocaína.

  • 5 g de ópio.

  • 25 mg de heroína.

  • 100 mg de anfetaminas.

  • 200 mg de metanfetaminas.

Além disso, os legisladores também autorizaram 12 entorpecentes para uso terapêutico ou medicinal, entre eles 1 kg de peiote, 0.015 mg de LSD e 250 g de cogumelos alucinantes; a lista completa de medicamentos e suas quantidades permitidas são necessários no Título Décimo Oitavo da Lei Geral de Saúde, chamado de Crimes contra a Saúde em sua modalidade narcomenudeo.


Assim, a reforma aponta que não se deve proceder criminalmente contra o farmacodependiente ou consumidor que se encontre na posse de algum entorpecente para consumo pessoal, desde que não exceda as quantidades que para o efeito são definidas nesta norma, bem como a todos aqueles que atestem que a ingestão se faz por ocasião de cerimônias, os usos e costumes dos povos indígenas, sendo assim reconhecidos por estes.


É muito importante destacar que nenhum farmacodependiente poderá portar drogas perto de escolas, e que, quando assim for pego, ou quando exceder a dose oficialmente permitida, você pode ir para a prisão por oito anos ou mais.


Dependência


Reconhece-Se como vício ou doença aditiva à síndrome ou conjuntos de sinais e sintomas resultantes da interação entre uma pessoa e alguma substância; caracteriza-se por uma série de alterações físicas e psicológicas que modificam o comportamento do afetado, que experimenta um impulso incontrolável para consumir o estimulante, de forma periódica ou contínua, seja para experimentar seus efeitos ou para evitar o mal-estar que produz sua privação.


A dependência de uma substância é uma doença que prejudica o indivíduo de forma integral, ou seja, afeta os domínios que a compõem, a partir de sua saúde física e mental, ao ambiente social, profissional e familiar.


O Dr. Raul Silva, Diretor, coordenador médico das Clínicas de Atenção Integral em Desintoxicação e Recuperação (Claider), aponta para saludymedicinas.com.mx que é difícil falar de uma origem específica do vício, pois nela intervêm fatores sociais, genéticos (herdados dos pais), psicológicos e/ou neurológicos; esta última se origina no cérebro, onde de forma natural, é gerada uma série de substâncias (neurotransmissores) que permitem a comunicação entre os neurônios e que, além disso, são responsáveis por produzir sensações de bem-estar, como a serotonina, dopamina e endorfinas, principalmente, e que em algumas pessoas não se desempenham como deve ser. Quando assim acontece, o indivíduo vive em insatisfação permanente e a compensação a ele a encontrar, em algumas ocasiões, ao consumir algum estimulante.


“Agora bem —acrescenta o especialista médico em vícios—, realizar o diagnóstico de um farmacodependiente envolve uma série de critérios que, aparentemente, os legisladores não contemplam. Devem ser feitas várias classificações, desde as físicas e mentais, até as que se referem o contexto do doente, e mesmo assim a avaliação obtida não irá determinar a dose que lhe deve ser permitido para andar na rua”.


O que estamos falando?


As seguintes são as drogas de maior consumo no México e seus efeitos no organismo:



  • Maconha. Seus efeitos variam muito de uma pessoa para outra, mesmo que dependem da quantidade administrada, expectativas do sujeito e do grau de resistência; porém, em geral, a consequência mais comum é uma sensação agradável e de bem-estar, aumento da qualidade da percepção auditiva e visual, bem como maior satisfação durante as relações sexuais.

  • Cocaína. É administrado por inalação, injeção ou por ingestão, e uma vez que chega ao cérebro gera no sujeito notável mudança no seu estado de espírito que se caracteriza por intensa satisfação, nível de energia, enorme confiança em si mesmo, excessivo desejo de aproximação com os outros e pouco apetite; não obstante, ao terminar o seu efeito se experimenta o oposto, ou seja, depressão, irritabilidade e cansaço, o que, para voltar a sentir-se bem são necessárias sucessivas doses da droga.

  • Heroína. É obtido a partir da flor do ópio, como a morfina—, da qual se produz um extrato que sofre um tratamento químico que transforma em pó branco ou marrom escuro. Uma vez injetado em uma veia demora entre 15 e 30 segundos para fazer efeito no cérebro, mas se você fuma, apenas, o faz em sete. A sensação imediata é com prazer, por o que é considerado altamente viciante desde o primeiro contato com ela, podendo gerar também a síndrome de abstinência, ou seja, necessidade psíquica e biológica de consumi-la.

  • LSD. Seu nome em inglês é lysergic acid diethylamide e é talvez a droga sintética mais velha que continua vigente. Seu efeito principal é provocar alucinações, as quais começam meia hora após o seu consumo de energia e duram cerca de 12 horas, após as quais há náuseas, entorpecimiento, sensação de medo e ansiedade. É vendido na forma de comprimidos e muitas vezes é combinada com outras drogas, o que o torna muito perigoso.

  • Anfetaminas. Substâncias criadas em laboratório com propriedades estimulantes sobre os sistemas nervoso e cardiovascular, o que melhora os estados de ânimo e de alerta, diminui a fadiga e sono, proporciona sensação geral de bem-estar e suprime o apetite, pelo que a sua administração se generalizou como tratamento para perda de peso, na década de 1950.

  • Metanfetamina. Mais uma das classificadas como drogas sintéticas; trata-se de potente estimulante que é normalmente vendido em pedaços ou em pó, de forma que possam ser inalados, tragadas, injetados ou fumados através de uma tubulação. Seu efeito é muito rápido (alguns segundos), intensificando a sensação de energia acelerada e que tudo se pode fazer, mas quando este diminui o consumidor pode experimentar paranóia, depressão e agressividade. O uso crônico gera alucinações, distúrbios mentais e emocionais, e até mesmo a morte; são também conhecidas como speed, crack, cristina, vidro, gelo, fogo, vidro ou cruz branca.

  • Alucinogénios ou psicodélicos. Fungos e peiote, principalmente, empregados por algumas culturas indígenas em rituais; produzem a impressão de perceber imagens ou sons que não podem ser captadas ordinariamente com os sentidos, devido ao aumento da atividade de alguns centros cerebrais; podem chegar a gerar experiências muito prazerosas ou aterrorizantes.

Reformas vs. narcomenudeo


Em nossos dias, a indústria do tráfico de drogas movimenta entre 400 mil e 700 mil milhões de dólares anuais no mundo, motivo pelo qual se suscitam sangrentos combates pelo domínio do mercado por parte dos lados envolvidos.


É por isso que a nova lei busca impedir que os verdadeiros criminosos se fazem passar por doentes, já que estabelece com critérios muito específicos, que se considera viciada aquela pessoa que porte até 5 g; narcomenudista o que tenha até 5.000 g —em sua perseguição, intervêm autoridades estatais—, e o traficante de drogas do mundo mais do que essa quantidade, sendo motivo de investigação por parte do governo federal.


Por outra parte, se bem que alguns deputados defenderam a aprovação da lei que combate o narcomenudeo, há outros que se manifestam abertamente contra a mesma. Inclusive, alguns legisladores reconheceram que a medida não é a forma definitiva para acabar de vez com o consumo de droga no país, e que também devem fortalecer os programas de saúde para acabar com a demanda e projetar outros de segurança pública para combater a sua comercialização.


Finalmente, em 3 de maio de 2006, o então presidente Vicente Fox, retirou-se a assinar a aprovação da lei que enfrentava o narcomenudeo e decidiu enviá-la de voltou ao Congresso para uma revisão exaustiva e que se façam as mudanças necessárias para que seja absolutamente claro que, em nosso país, a posse de droga e seu consumo, são e continuarão a ser crimes.


A medida, de acordo com alguns especialistas, tomou-se como efeito das críticas que autoridades em matéria de Estados Unidos manifestaram, as quais aludindo que esta será uma forma de convidar para que consumidores assíduos visitar o México, onde a ingestão de determinadas quantidades de droga não é motivo de penalização, como em outros países.

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Alimentos que ativam o seu cérebro

Quarta-feira, 12 de abril de 2017, 03:46 pm, última atualização.Alimentos para os neurônios

Você se alimentar com os nutrientes adequados para o desempenho no trabalho ou na escola? Sabe qual é a comida que estimula o cérebro a melhorar a sua função cognitiva e memória, além de prevenir doenças neurodegenerativas, bom apetite!

Alimentos nutritivos para o cérebro

Você pode escolher seus alimentos pensando em reduzir o risco de diabetes, hipertensão e doenças do coração. Mas, você já pensou em optar por comida para o cérebro cada vez que serve seu prato?

Se você se sente olvidadiz@, tenha em conta que comer bem é bom para a sua saúde mental e que a dieta (tudo o que você come) desempenha um papel importante na saúde do cérebro. Conheça quais alimentos são especialmente importantes em uma dieta para uma mente sadia.

Comida que estimula o cérebro

Todos nós temos dias em que parece impossível encontrar como se concentrar por mais tempo. E embora não haja nenhuma solução instantânea para aumentar nossas faculdades cognitivas, há certos alimentos para melhorar a concentração, função cerebral, proteger contra o declínio cognitivo e promover a clareza mental.

Compartilhamos alguns alimentos que ativam o cérebro:

  • Peixes. Salmão, sardinha ou atum são alguns exemplos que contêm Ômega 3, ácidos graxos que contribuem para que o desempenho intelectual de uma pessoa seja maior. Este ácido contém um componente chamado DHA, que é parte da estrutura do cérebro, por isso é importante para funções como neurogénesis (geração de novos neurônios e células gliais), sinaptogénesis (formação de sinapses entre os neurônios, que permite a transmissão de impulsos nervosos) e desenvolvimento do sistema nervoso (durante toda a gravidez e os primeiros anos de vida). Além disso, o metabolizarse adquire propriedades neuro protetoras durante o envelhecimento cerebral, em câmbio, a sua ausência está associada diretamente com aumento do risco de declínio cognitivo (perda da capacidade de memória e aprendizagem) e de demência, como a doença de Alzheimer.
  • Frutos vermelhos. Alguns destes, como os mirtilos e morangos, são grandes aliados para aumentar a atenção e fixar a memória. Sua ingestão constante ajuda a retardar a perda de memória e ajudam a concentrar-se melhor durante várias horas, por isso, se você está procurando o que comer para estudar melhor, súrtete destes produtos.

Frutos secos para estimular o cérebro

  • Frutos secos. São alimentos completos, alguns como as amêndoas e nozes contêm precursores de Omega 3, vitamina E e magnésio, que ajudam a manter o nível de concentração durante um tempo considerável, sem que, em seguida, produzir um “aumento rápido”, como costuma acontecer depois de ingerir grandes quantidades de alimentos com açúcar. Além disso, fornecem uma grande quantidade de proteínas, que estimulam as chamadas neurônios orexinas, encarregadas de manter-nos despertos e atentos.
  • Frutas. Contêm altos níveis de antioxidantes, compostos que combatem os danos causados às células pelo moléculas chamadas radicais livres. Ter uma dieta rica em frutas pode reduzir o risco de perda de memória usando a proteção das células do cérebro. Ingerir frutas com elevado teor de antioxidantes, como maçãs, que contém um antioxidante chamado quercetina, que ajuda a melhorar a memória (tenta comê-la com casca). Além disso, seu suco pode aumentar a produção de acetilcolina, que ajuda os neurotransmissores a ter uma melhor memória, prevenir doenças neurodegenerativas e retardar o envelhecimento das células do cérebro.
  • Chocolate ou cacau. Consumido com moderação, pode ajudar na boa saúde do cérebro, pois contém antioxidantes que evitam o envelhecimento precoce. Também é rico em magnésio, um mineral que ajuda na nutrição de nosso sistema nervoso. Contém flavonóides, pigmentos naturais dos vegetais com capacidade antioxidante que limpa o cérebro de oxidação a que o submetemos. Sua variedade preta ou amarga é a parte dos alimentos para melhorar a memória, em especial revitaliza cérebros de adultos, o que pode ser uma opção se você está procurando como render mais no trabalho. Além disso, a feniletilamina, que contém desencadeia um estado de bem-estar que pode ajudar a diminuir o risco de depressão.
  • Chá verde. Seus benefícios vêm da alta quantidade de antioxidantes que contém. Por isso ajuda a preservar a memória e prevenir as doenças que afectam o cérebro e coração ao proteger as células do dano causado pela passagem do tempo. É rico em compostos fenólicos como catequinas e taninos, substâncias que nos ajudam a manter nosso cérebro jovem, porque evitam o envelhecimento precoce. Além disso, são alimentos para os neurónios, pois promovem a sua criação ao conter o polifenol EGCG (epigallocatechin-3 gallate).
  • Citrinos. As frutas cítricas contêm nutrientes com capacidade para atuar como um antioxidante. Adicione essas três frutas a cada semana para obter proteção cerebral: laranja (que contêm vitamina C, o principal antioxidante solúvel em água em seu corpo), limão (possuem glicosídeos de flavonóides, que ajudam a impedir que as células cancerosas se dividam e se estendam) e toronjas (ricas em vitamina C e licopeno, que tem uma alta capacidade para combater a oxidação nas células do cérebro).
  • Legumes de folha verde. O brócolis e couves-de-Bruxelas são alimentos para pensar melhor, pois têm níveis elevados de vitamina K, os idosos que têm maior presença desse componente no organismo elaboram melhores discursos, progridem em sua expressão verbal e possuem maior retenção da informação.

Vários estudos corroboram a relação entre o que colocamos em nossa boca e o bem que podemos melhorar o rendimento escolar ou de trabalho. Não esqueça que as vitaminas, proteínas e ácidos graxos melhoram a agilidade mental. Considera-se implementar a sua dieta mais comida para o cérebro e lembre-se: o que tem uma boa nutrição, aumenta as suas capacidades criativas.

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Alimentos que aceleram o metabolismo para perder peso

Quinta-feira, 22 de junho de 2017, 11:27 am, última atualizaçãoAlimentos que aceleram o metabolismo

Perder peso, ou, quando menos, não subir, é algo que preocupa muita gente, mas, por acaso, comer certos alimentos pode ajudar a alcançá-lo. Tudo parte da aceleração do metabolismo, processo complexo que não é difícil de entender.

De maneira simples podemos dizer que o metabolismo é a velocidade com que o organismo transforma os alimentos em energia, de forma que poderá fazê-lo rápida ou lentamente. Quando isso acontece seguindo a primeira opção os benefícios se traduzem em não aumentar de peso, pois tudo o que comemos se processa rapidamente e não dá pé, a que se mantenham nutrientes armazenados na forma de gordura, conseguindo assim que o peso e volume não são aumentados.

É lógico, então, que, se o procedimento é preguiçoso, corre-se o risco de ter excesso de peso e obesidade, de tal sorte que o melhor é estar bem no meio do equilíbrio e da saúde ideal. Mas, nunca é de mais dar uma manita ao organismo e ajudá-lo a que o metabolismo adquira certa velocidade que nos ajuda a não engordar.

Metabolismo vem do grego metabolé, que significa “mudança”, “transformação”, que é o que experimentam substâncias orgânicas, como carboidratos, proteínas e gorduras que se modificam em energia para ajudar o organismo a cumprir as suas funções vitais.

Apesar de que o metabolismo é realizada nas células, é o fígado o protagonista neste processo, já que por ele passam praticamente os alimentos, previamente deglutidos e envolvidos por ácidos no estômago, para daí fazê-los chegar diretamente às células.

Agora, carboidratos e proteínas referidos chegam ao organismo através de alimentos, os quais devem saber combinar para acelerar o metabolismo e perder peso, de forma lenta mas segura.

Para poder realizar um melhor processo metabólico, as proteínas necessitam de um ambiente ácido, enquanto que os hidratos de carbono o oposto, ou seja, alcalino. Portanto, ao ingerir ambos nutrientes em uma mesma refeição, o organismo trabalha de forma rápida e eficiente.

Onde estão presentes as proteínas? Em carne vermelha, ovos, peixe, frutos do mar, queijo, leite, produtos de soja, nozes, carne de frango, coelho, peru, porco, pato e iogurte, entre outros. Portanto, os carboidratos estão incluídos na cevada, biscoitos, aveia, centeio, feijão, mel, arroz, lentilhas, pão e produtos de farinha de trigo integral. Em ambos os casos, o indicado é combinar os alimentos citados apenas com vegetais e seus sucos. É importante indicar que os únicos carboidratos que não devem ser combinados com proteínas na mesma refeição são batatas e milho.

As frutas fornecem melhores resultados se comem sozinhas, e o sistema digestivo pode assimilar os nutrientes com mais eficiência, se o estômago estiver vazio quando comem.

Mas você pode fazer as combinações que quiser para acelerar a perda de peso, lembre-se essas dicas:

  • Beba oito copos de água por dia, ou o equivalente a 2 litros; é válido o suco de frutas diluído ou chá.
  • Não se esqueça de fazer atividade física, ou seja, caminhando a passo ágil todos os dias ao menos uma hora. Também funciona tentar fazer pelo menos uma hora de aeróbica por semana.
  • Procure não beber álcool.
  • Cuidado com o sal de mesa ou refeições muito saborosas, pois esta ajuda a reter líquidos, quando o mais importante é removê-los.
  • Evite comer mais de 80 g de carne vermelha por dia, em troca, procura entre 400 e 800 g (ou cinco porções de vegetais diariamente.
  • Evita os alimentos que tenham sido guardadas por muito tempo podem conter micotoxinas, combinação de fungos e toxinas que são altamente nocivas e alteram o funcionamento normal do organismo.
  • Não exponha a comida diretamente ao fogo, por exemplo, a carne sobre as brasas, já que é o dióxido de carbono que é emitido durante a combustão, o que é fator para desenvolver câncer.
  • Fazer várias refeições ao longo do dia ajuda a fazer com que o metabolismo se mantenha ativo. Assim, os especialistas recomendam fazer cinco refeições leves e não três substancial.
  • A refeição mais importante do dia é o café da manhã, já que por este organismo recebe os nutrientes necessários para queimar calorias ao longo de 24 horas.

Ajudar o metabolismo a executar suas tarefas com maior rapidez traz grandes benefícios, mas não se esqueça de contar sempre com a orientação de um nutricionista, que é o especialista indicado para fazer os ajustes necessários em sua dieta.

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Dependência da nicotina, o melhor método para deixar de fumar

Nicotina

Trata-Se de um composto líquido incolor que faz parte do tabaco, e é reconhecida como uma das drogas mais viciantes utilizadas desde que foi identificada, pela primeira vez, no início do século XIX.


Fumar cigarros é a forma predominante de dependência da nicotina, já que ao ligar e inalar o fumo, o composto pode demorar de 5 a 10 segundos para chegar ao cérebro, onde estimula a liberação de importantes hormônios, como a dopamina e norepinefrina. A primeira delas está associada à sensação de prazer e relaxamento, elimina a angústia e diminui o fator depressivo, enquanto que a segunda melhora o estado de alerta, aumenta o nível de energia, acelera a velocidade de associação de ideias e à expressão da linguagem.


Os efeitos da nicotina se verifica em alguns minutos, o que faz com que o fumante continue dosificándose muitas vezes durante o dia para manter os efeitos do prazer da droga. Agora bem, este composto pode rapidamente chegar a níveis muito elevados na corrente sanguínea e o cérebro, dependendo de como se deve tomar o tabaco, por exemplo, fumar cigarro resulta em uma distribuição rápida de nicotina por todo o corpo, mas os fumadores de charutos ou cachimbos, geralmente, não inalam o fumo, a nicotina é absorvida mais lentamente através das membranas mucosas da boca, tal como acontece em quem o mastiga.


Em média, os cigarros que se comercializam hoje em dia contém 10 mg de nicotina, e ao inalar o fumo da combustão o fumante absorve entre 1 a 2 mg da substância. De maneira que, em um período de 5 minutos, um fumante típico lhe dá 10 fumadas a um cigarro aceso, e se esta pessoa fuma em torno de um pacote e meio (30 cigarros por dia, dá o seu cérebro cerca de 300 “batidas” diários de nicotina; esses fatores contribuem significativamente para a sua natureza altamente viciante.


Além das propriedades da nicotina acima, outros aspectos que devemos considerar para entender por que as pessoas fumam e são de fácil aquisição, as poucas restrições legais e sociais, por seu uso, e os métodos de publicidade que utilizam as empresas fabricantes.


Por outro lado, é importante também saber que a nicotina mancha o esmalte dos dentes, tornando-amarelado, além de que irrita a mucosa que reveste o interior do estômago, propiciando gastrite. Por se fosse pouco, quando uma mulher grávida absorve a substância através do tabaco pode levar a morte do feto e, se você fuma durante o período de amamentação fará com que o bebê irritabilidade, diarreia e, em casos extremos, morte súbita.


Quando o indivíduo está acostumado à nicotina e, pela razão que seja, não pode administrársela, começará a gerar mudanças importantes em sua personalidade, como angústia, ansiedade, irritabilidade, falta de apetite, mau humor, nervosismo, insônia e dificuldade para concentrar-se, entre outros sintomas, que reúnem o que se reconhece como síndrome de abstinência.


Como podemos entender, acabar com o hábito de fumar pode ser muito complicado. De acordo com uma pesquisa realizada no México, em 92% dos pacientes que chegam a qualquer clínica antitabagismo conseguem deixar o cigarro por um tempo, mas a taxa de reincidência é muito alto: 30% prova novamente tabaco aos três meses de idade, 40% aos seis meses e o número aumenta para 60% quando passa um ano. Os especialistas apontam que uma possível causa de reincidência é a falta de dopamina.


Na grande maioria dos casos, os fumantes precisam de algo mais do que a sua vontade para abandonar a dependência da nicotina, para o qual se valem de meios como a terapia comportamental ou em grupo, programas de auto-ajuda, anexos para filtrar a fumaça do charuto, hipnose ou acupuntura. Estes métodos são registradas mais fracassos do que sucessos, mas continuam em vigor como alternativas ao fumante; por outro lado se encontram os medicamentos, que com diversas fórmulas atendem principalmente os sentimentos de dependência.


Não obstante, o fumante que quer deixar de depender da nicotina conta com a opção terapêutica de írsela administrado em doses muito baixas, sem ter a necessidade de acender um cigarro, as mesmas que, segundo avança o tratamento são reduzidos gradualmente até que desapareça a dependência. Referimo-Nos a utilizar os chamados deshabituantes do tabaco, dos quais o mercado farmacêutico oferece os seguintes tipos:


Patches. Aderem sobre a zona seca e sem pêlos (por exemplo, estômago ou parte superior do braço). Seu efeito consiste em fornecer ao longo de 24 horas pequenas doses de nicotina, a fim de que não se manifestam os sintomas da abstinência; estão disponíveis para estágios inicial (libera 15 mg), intermediária (10 mg) e final (5 mg).


Apesar de que a cada dia você tem que colocar um novo, a nicotina, que fornece é absorvida pelo corpo com maior lentidão do que a que se encontra nos cigarros. Agora, deve-se ter em mente que se você fumar enquanto se tenha posto o patch , se concentrará grande quantidade de nicotina no organismo e isso pode resultar em doenças cardiovasculares.


Goma de mascar. O princípio é o mesmo que o de patches: substitui-se a nicotina do cigarro por outra fonte que a contém, mas em uma dose de 2 mg; como vantagem adicional, verificou-se que alivia os sintomas da abstinência em forma rápida. Quanto à duração do tratamento, foi estabelecido que, para que se obtenham bons resultados é necessário mastigar um pedaço de chiclete a cada duas horas, por um período de 1 a 3 meses, mas logo que se reduza o consumo a 1 ou 2 durante todo o dia você pode deixar de recorrer a este método.


O melhor efeito deste tipo de deshabituante obtém-se o chiclete se mastiga suavemente até que se sinta forte sabor ou leve coceira na língua, o que indica que parte da nicotina foi fornecida, em seguida, a borracha deve ser colocado entre a bochecha e os dentes sem mastigar, ação que se reinicia quando a sensação de coceira desaparece; cada peça deve ser mastigada por 30 minutos. Alguns pacientes apresentam leves efeitos colaterais, que incluem soluços, dores gástricas e dor de mandíbula, os quais desaparecem se o produto for usado de forma correta.


Inalador. Consiste de um bico do cartucho que contém nicotina, a qual é liberada em doses de 5 mg recomenda-Se seguir este tratamento durante três meses, período no qual se vai reduzindo a dose original até que já não necessita o artefato.


Seu uso é recomendado por alguns terapeutas, uma vez que pode ser uma ferramenta-chave para reduzir substancialmente o consumo de tabaco, pois o aparelho, além de conter nicotina imita certos aspectos do ato de fumar, ou seja, você pode levá-lo à boca, como se fosse um charuto. É importante mencionar que pode provocar leves efeitos colaterais, como tosse, irritação no nariz, boca e garganta, azia e enjoo, mesmos que desaparecem em duas semanas.


No entanto, e de acordo com o que dizem aqueles que dirigem as clínicas anti-tabaco do país, o melhor método para deixar de fumar depende de projetar um tratamento individualizado, pois os fatores que são únicos em cada paciente, como a quantidade de cigarros que consome, se estes têm ou não filtro, a marca, já que algumas liberam maior quantidade de nicotina, assim como os hábitos do fumo e, é claro, da condição de sua saúde.


Consulte o seu médico.

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