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Categoria: Vida e Saúde

Dependência de drogas: lei que combate o narcomenudeo

Nova lei busca de proteção contra a dependência de drogas e causa controvérsia.


Em 28 de abril de 2006, a Câmara dos Deputados aprovou uma reforma na lei para combater o crescente comércio de entorpecentes na rua (narcomenudeo). Como parte da medida se estabeleceram as faculdades que as autoridades estaduais e municipais têm para punir e combater a venda de drogas em lojas, carros, casas e escolas, fato que, a partir de agora, será punido como crime, do foro comum, quando anteriormente a única entidade competente para o reconhecimento de um problema de narcomenudeo era o governo federal.


Além disso, foram instituídas as obrigações por parte do Estado para a reabilitação de toxicodependentes, foi especificado que a informação que receba a população deve estar baseada em estudos científicos e alertá-lo de forma clara sobre os efeitos e danos físicos e psicológicos do consumo de estupefacientes e psicotrópicos. No entanto, a fração mais polêmico da reforma da lei é uma tabela de doses de droga permitidos para consumo dos narcodependientes.


Esta última medida tem suscitado diversas opiniões, tanto a favor como contra, algumas das quais têm a sua origem fora do território mexicano, pois para muitas pessoas, a medida incentiva o consumo de droga , em vez de combater a sua venda.


Do anterior se deduz do fato de que o Congresso da União pela primeira vez autorizou uma tabela de drogas, com um limite máximo para consumo pessoal, sem penalidade, no que verifique ser farmacodependiente; da mesma —a qual apresentamos os produtos de maior consumo no Brasil— permite portar o dependente do narcótico:



  • 5 g de maconha.

  • 500 mg de cocaína.

  • 5 g de ópio.

  • 25 mg de heroína.

  • 100 mg de anfetaminas.

  • 200 mg de metanfetaminas.

Além disso, os legisladores também autorizaram 12 entorpecentes para uso terapêutico ou medicinal, entre eles 1 kg de peiote, 0.015 mg de LSD e 250 g de cogumelos alucinantes; a lista completa de medicamentos e suas quantidades permitidas são necessários no Título Décimo Oitavo da Lei Geral de Saúde, chamado de Crimes contra a Saúde em sua modalidade narcomenudeo.


Assim, a reforma aponta que não se deve proceder criminalmente contra o farmacodependiente ou consumidor que se encontre na posse de algum entorpecente para consumo pessoal, desde que não exceda as quantidades que para o efeito são definidas nesta norma, bem como a todos aqueles que atestem que a ingestão se faz por ocasião de cerimônias, os usos e costumes dos povos indígenas, sendo assim reconhecidos por estes.


É muito importante destacar que nenhum farmacodependiente poderá portar drogas perto de escolas, e que, quando assim for pego, ou quando exceder a dose oficialmente permitida, você pode ir para a prisão por oito anos ou mais.


Dependência


Reconhece-Se como vício ou doença aditiva à síndrome ou conjuntos de sinais e sintomas resultantes da interação entre uma pessoa e alguma substância; caracteriza-se por uma série de alterações físicas e psicológicas que modificam o comportamento do afetado, que experimenta um impulso incontrolável para consumir o estimulante, de forma periódica ou contínua, seja para experimentar seus efeitos ou para evitar o mal-estar que produz sua privação.


A dependência de uma substância é uma doença que prejudica o indivíduo de forma integral, ou seja, afeta os domínios que a compõem, a partir de sua saúde física e mental, ao ambiente social, profissional e familiar.


O Dr. Raul Silva, Diretor, coordenador médico das Clínicas de Atenção Integral em Desintoxicação e Recuperação (Claider), aponta para saludymedicinas.com.mx que é difícil falar de uma origem específica do vício, pois nela intervêm fatores sociais, genéticos (herdados dos pais), psicológicos e/ou neurológicos; esta última se origina no cérebro, onde de forma natural, é gerada uma série de substâncias (neurotransmissores) que permitem a comunicação entre os neurônios e que, além disso, são responsáveis por produzir sensações de bem-estar, como a serotonina, dopamina e endorfinas, principalmente, e que em algumas pessoas não se desempenham como deve ser. Quando assim acontece, o indivíduo vive em insatisfação permanente e a compensação a ele a encontrar, em algumas ocasiões, ao consumir algum estimulante.


“Agora bem —acrescenta o especialista médico em vícios—, realizar o diagnóstico de um farmacodependiente envolve uma série de critérios que, aparentemente, os legisladores não contemplam. Devem ser feitas várias classificações, desde as físicas e mentais, até as que se referem o contexto do doente, e mesmo assim a avaliação obtida não irá determinar a dose que lhe deve ser permitido para andar na rua”.


O que estamos falando?


As seguintes são as drogas de maior consumo no México e seus efeitos no organismo:



  • Maconha. Seus efeitos variam muito de uma pessoa para outra, mesmo que dependem da quantidade administrada, expectativas do sujeito e do grau de resistência; porém, em geral, a consequência mais comum é uma sensação agradável e de bem-estar, aumento da qualidade da percepção auditiva e visual, bem como maior satisfação durante as relações sexuais.

  • Cocaína. É administrado por inalação, injeção ou por ingestão, e uma vez que chega ao cérebro gera no sujeito notável mudança no seu estado de espírito que se caracteriza por intensa satisfação, nível de energia, enorme confiança em si mesmo, excessivo desejo de aproximação com os outros e pouco apetite; não obstante, ao terminar o seu efeito se experimenta o oposto, ou seja, depressão, irritabilidade e cansaço, o que, para voltar a sentir-se bem são necessárias sucessivas doses da droga.

  • Heroína. É obtido a partir da flor do ópio, como a morfina—, da qual se produz um extrato que sofre um tratamento químico que transforma em pó branco ou marrom escuro. Uma vez injetado em uma veia demora entre 15 e 30 segundos para fazer efeito no cérebro, mas se você fuma, apenas, o faz em sete. A sensação imediata é com prazer, por o que é considerado altamente viciante desde o primeiro contato com ela, podendo gerar também a síndrome de abstinência, ou seja, necessidade psíquica e biológica de consumi-la.

  • LSD. Seu nome em inglês é lysergic acid diethylamide e é talvez a droga sintética mais velha que continua vigente. Seu efeito principal é provocar alucinações, as quais começam meia hora após o seu consumo de energia e duram cerca de 12 horas, após as quais há náuseas, entorpecimiento, sensação de medo e ansiedade. É vendido na forma de comprimidos e muitas vezes é combinada com outras drogas, o que o torna muito perigoso.

  • Anfetaminas. Substâncias criadas em laboratório com propriedades estimulantes sobre os sistemas nervoso e cardiovascular, o que melhora os estados de ânimo e de alerta, diminui a fadiga e sono, proporciona sensação geral de bem-estar e suprime o apetite, pelo que a sua administração se generalizou como tratamento para perda de peso, na década de 1950.

  • Metanfetamina. Mais uma das classificadas como drogas sintéticas; trata-se de potente estimulante que é normalmente vendido em pedaços ou em pó, de forma que possam ser inalados, tragadas, injetados ou fumados através de uma tubulação. Seu efeito é muito rápido (alguns segundos), intensificando a sensação de energia acelerada e que tudo se pode fazer, mas quando este diminui o consumidor pode experimentar paranóia, depressão e agressividade. O uso crônico gera alucinações, distúrbios mentais e emocionais, e até mesmo a morte; são também conhecidas como speed, crack, cristina, vidro, gelo, fogo, vidro ou cruz branca.

  • Alucinogénios ou psicodélicos. Fungos e peiote, principalmente, empregados por algumas culturas indígenas em rituais; produzem a impressão de perceber imagens ou sons que não podem ser captadas ordinariamente com os sentidos, devido ao aumento da atividade de alguns centros cerebrais; podem chegar a gerar experiências muito prazerosas ou aterrorizantes.

Reformas vs. narcomenudeo


Em nossos dias, a indústria do tráfico de drogas movimenta entre 400 mil e 700 mil milhões de dólares anuais no mundo, motivo pelo qual se suscitam sangrentos combates pelo domínio do mercado por parte dos lados envolvidos.


É por isso que a nova lei busca impedir que os verdadeiros criminosos se fazem passar por doentes, já que estabelece com critérios muito específicos, que se considera viciada aquela pessoa que porte até 5 g; narcomenudista o que tenha até 5.000 g —em sua perseguição, intervêm autoridades estatais—, e o traficante de drogas do mundo mais do que essa quantidade, sendo motivo de investigação por parte do governo federal.


Por outra parte, se bem que alguns deputados defenderam a aprovação da lei que combate o narcomenudeo, há outros que se manifestam abertamente contra a mesma. Inclusive, alguns legisladores reconheceram que a medida não é a forma definitiva para acabar de vez com o consumo de droga no país, e que também devem fortalecer os programas de saúde para acabar com a demanda e projetar outros de segurança pública para combater a sua comercialização.


Finalmente, em 3 de maio de 2006, o então presidente Vicente Fox, retirou-se a assinar a aprovação da lei que enfrentava o narcomenudeo e decidiu enviá-la de voltou ao Congresso para uma revisão exaustiva e que se façam as mudanças necessárias para que seja absolutamente claro que, em nosso país, a posse de droga e seu consumo, são e continuarão a ser crimes.


A medida, de acordo com alguns especialistas, tomou-se como efeito das críticas que autoridades em matéria de Estados Unidos manifestaram, as quais aludindo que esta será uma forma de convidar para que consumidores assíduos visitar o México, onde a ingestão de determinadas quantidades de droga não é motivo de penalização, como em outros países.

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Dependência da nicotina, o melhor método para deixar de fumar

Nicotina

Trata-Se de um composto líquido incolor que faz parte do tabaco, e é reconhecida como uma das drogas mais viciantes utilizadas desde que foi identificada, pela primeira vez, no início do século XIX.


Fumar cigarros é a forma predominante de dependência da nicotina, já que ao ligar e inalar o fumo, o composto pode demorar de 5 a 10 segundos para chegar ao cérebro, onde estimula a liberação de importantes hormônios, como a dopamina e norepinefrina. A primeira delas está associada à sensação de prazer e relaxamento, elimina a angústia e diminui o fator depressivo, enquanto que a segunda melhora o estado de alerta, aumenta o nível de energia, acelera a velocidade de associação de ideias e à expressão da linguagem.


Os efeitos da nicotina se verifica em alguns minutos, o que faz com que o fumante continue dosificándose muitas vezes durante o dia para manter os efeitos do prazer da droga. Agora bem, este composto pode rapidamente chegar a níveis muito elevados na corrente sanguínea e o cérebro, dependendo de como se deve tomar o tabaco, por exemplo, fumar cigarro resulta em uma distribuição rápida de nicotina por todo o corpo, mas os fumadores de charutos ou cachimbos, geralmente, não inalam o fumo, a nicotina é absorvida mais lentamente através das membranas mucosas da boca, tal como acontece em quem o mastiga.


Em média, os cigarros que se comercializam hoje em dia contém 10 mg de nicotina, e ao inalar o fumo da combustão o fumante absorve entre 1 a 2 mg da substância. De maneira que, em um período de 5 minutos, um fumante típico lhe dá 10 fumadas a um cigarro aceso, e se esta pessoa fuma em torno de um pacote e meio (30 cigarros por dia, dá o seu cérebro cerca de 300 “batidas” diários de nicotina; esses fatores contribuem significativamente para a sua natureza altamente viciante.


Além das propriedades da nicotina acima, outros aspectos que devemos considerar para entender por que as pessoas fumam e são de fácil aquisição, as poucas restrições legais e sociais, por seu uso, e os métodos de publicidade que utilizam as empresas fabricantes.


Por outro lado, é importante também saber que a nicotina mancha o esmalte dos dentes, tornando-amarelado, além de que irrita a mucosa que reveste o interior do estômago, propiciando gastrite. Por se fosse pouco, quando uma mulher grávida absorve a substância através do tabaco pode levar a morte do feto e, se você fuma durante o período de amamentação fará com que o bebê irritabilidade, diarreia e, em casos extremos, morte súbita.


Quando o indivíduo está acostumado à nicotina e, pela razão que seja, não pode administrársela, começará a gerar mudanças importantes em sua personalidade, como angústia, ansiedade, irritabilidade, falta de apetite, mau humor, nervosismo, insônia e dificuldade para concentrar-se, entre outros sintomas, que reúnem o que se reconhece como síndrome de abstinência.


Como podemos entender, acabar com o hábito de fumar pode ser muito complicado. De acordo com uma pesquisa realizada no México, em 92% dos pacientes que chegam a qualquer clínica antitabagismo conseguem deixar o cigarro por um tempo, mas a taxa de reincidência é muito alto: 30% prova novamente tabaco aos três meses de idade, 40% aos seis meses e o número aumenta para 60% quando passa um ano. Os especialistas apontam que uma possível causa de reincidência é a falta de dopamina.


Na grande maioria dos casos, os fumantes precisam de algo mais do que a sua vontade para abandonar a dependência da nicotina, para o qual se valem de meios como a terapia comportamental ou em grupo, programas de auto-ajuda, anexos para filtrar a fumaça do charuto, hipnose ou acupuntura. Estes métodos são registradas mais fracassos do que sucessos, mas continuam em vigor como alternativas ao fumante; por outro lado se encontram os medicamentos, que com diversas fórmulas atendem principalmente os sentimentos de dependência.


Não obstante, o fumante que quer deixar de depender da nicotina conta com a opção terapêutica de írsela administrado em doses muito baixas, sem ter a necessidade de acender um cigarro, as mesmas que, segundo avança o tratamento são reduzidos gradualmente até que desapareça a dependência. Referimo-Nos a utilizar os chamados deshabituantes do tabaco, dos quais o mercado farmacêutico oferece os seguintes tipos:


Patches. Aderem sobre a zona seca e sem pêlos (por exemplo, estômago ou parte superior do braço). Seu efeito consiste em fornecer ao longo de 24 horas pequenas doses de nicotina, a fim de que não se manifestam os sintomas da abstinência; estão disponíveis para estágios inicial (libera 15 mg), intermediária (10 mg) e final (5 mg).


Apesar de que a cada dia você tem que colocar um novo, a nicotina, que fornece é absorvida pelo corpo com maior lentidão do que a que se encontra nos cigarros. Agora, deve-se ter em mente que se você fumar enquanto se tenha posto o patch , se concentrará grande quantidade de nicotina no organismo e isso pode resultar em doenças cardiovasculares.


Goma de mascar. O princípio é o mesmo que o de patches: substitui-se a nicotina do cigarro por outra fonte que a contém, mas em uma dose de 2 mg; como vantagem adicional, verificou-se que alivia os sintomas da abstinência em forma rápida. Quanto à duração do tratamento, foi estabelecido que, para que se obtenham bons resultados é necessário mastigar um pedaço de chiclete a cada duas horas, por um período de 1 a 3 meses, mas logo que se reduza o consumo a 1 ou 2 durante todo o dia você pode deixar de recorrer a este método.


O melhor efeito deste tipo de deshabituante obtém-se o chiclete se mastiga suavemente até que se sinta forte sabor ou leve coceira na língua, o que indica que parte da nicotina foi fornecida, em seguida, a borracha deve ser colocado entre a bochecha e os dentes sem mastigar, ação que se reinicia quando a sensação de coceira desaparece; cada peça deve ser mastigada por 30 minutos. Alguns pacientes apresentam leves efeitos colaterais, que incluem soluços, dores gástricas e dor de mandíbula, os quais desaparecem se o produto for usado de forma correta.


Inalador. Consiste de um bico do cartucho que contém nicotina, a qual é liberada em doses de 5 mg recomenda-Se seguir este tratamento durante três meses, período no qual se vai reduzindo a dose original até que já não necessita o artefato.


Seu uso é recomendado por alguns terapeutas, uma vez que pode ser uma ferramenta-chave para reduzir substancialmente o consumo de tabaco, pois o aparelho, além de conter nicotina imita certos aspectos do ato de fumar, ou seja, você pode levá-lo à boca, como se fosse um charuto. É importante mencionar que pode provocar leves efeitos colaterais, como tosse, irritação no nariz, boca e garganta, azia e enjoo, mesmos que desaparecem em duas semanas.


No entanto, e de acordo com o que dizem aqueles que dirigem as clínicas anti-tabaco do país, o melhor método para deixar de fumar depende de projetar um tratamento individualizado, pois os fatores que são únicos em cada paciente, como a quantidade de cigarros que consome, se estes têm ou não filtro, a marca, já que algumas liberam maior quantidade de nicotina, assim como os hábitos do fumo e, é claro, da condição de sua saúde.


Consulte o seu médico.

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Vício da adrenalina nos esportes radicais

Esportes extremos, o Excesso de adrenalina, Adição a perigo

A adrenalina costuma ser associado aos chamados esportes radicais ou atividades físicas de alto risco, como o bungee jumping. Mas, na realidade, trata-se de hormônio que desempenha funções específicas muito importantes.


Conduzir um carro a uma grande velocidade, saltar de pára-quedas, navegar sob uma tempestade e nadar entre tubarões são atividades fora do comum que têm inusitado sucesso, devido ao excesso de adrenalina que permitem segregar. Aqueles que as viveram acham difícil explicar a sensação de enfrentar o perigo “cara a cara” e o desejo de repetir a façanha.


Também chamada de adrenalina, este hormônio foi isolada pela primeira vez pelo químico japonês Jokichi Takamine e, desde então, vários estudos têm relatado que quantidades normais de adrenalina no corpo permitem o correto funcionamento dos triglicerídeos (principal tipo de gordura no corpo humano), assim como o ótimo aproveitamento de açúcares por parte do organismo.


Quando o cérebro percebe pânico ou raiva, seja real ou potencial, envia sinais para as glândulas supra-renais (que fazem parte do sistema endócrino e se localizam sobre os rins), as quais caem na corrente sanguínea dois hormônios, a adrenalina e noradrenalina, responsáveis por aumentar a pressão arterial e a freqüência do ritmo cardíaco, liberar o açúcar armazenado no fígado e relaxar determinados músculos.


Muitas vezes não nos damos conta, mas as pupilas se dilatam para aguçar a visão, são nossos, as raízes do cabelo, das vias respiratórias, que se expandem para que entre mais ar e a transpiração aumenta; além disso, mantém o corpo frio e os músculos recebem mais sangue e se houver necessidade de entrar em ação.


Cabe mencionar que em alguns casos de emergência, por exemplo, quando as manobras de reanimação não funcionam diante de um ataque cardíaco, a adrenalina é usado para restabelecer os batimentos cardíacos através de injecção intravenosa. Por seu lado, pacientes com asma costumam empregar medicamentos à base de hormônio para abrir as vias respiratórias.


Cenários que ameaçam a segurança do indivíduo, causando maior produção desta substância, obrigando a escolher entre duas alternativas: fugir ou enfrentar o perigo, reações que, várias vezes, realizamos, de forma diferente, como o faríamos se tivéssemos a calma necessária para decidir o que fazer, já que o excesso de adrenalina diminui o pensamento racional, tornando-os menos propensos a levar em conta as conseqüências de nossos atos.


Assim, o desafio para aqueles que estão conscientes de que enfrentam o perigo está em controlar o medo e, dessa forma, ir em busca do desconhecido. Não obstante, o desafio pode se tornar vício da adrenalina, já que cada vez mais se necessitam de doses mais fortes para encontrar satisfação, sob o pretexto de eliminar o stress.


É aqui quando a vida é posta em risco, pois, embora os esportes radicais são bastante seguros para poder desfrutá-lo ao máximo, a exigência leva o indivíduo a transgredir as fronteiras do normal e desenvolver uma espécie de vício do perigo.


Atualmente pesquisam-se os impulsos desta motivação, pois cada vez são mais os viciados em adrenalina que vivem em constante concorrência com eles mesmos, mais do que com os outros, já que se impõem desafios mais intensos.


Outros esportes de menor risco são capazes de estimular o cérebro a produzir dopamina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar, mas é claro que jogar futebol nos fins de semana, não gera a mesma sensação que amarrar os pés a uma corda de 30 ou 40 metros sujeita à beira de uma ponte e deixar-se cair ao vazio.

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Acupuntura, estimulação de terminações nervosas

Acupuntura, o que é?

A acupuntura é uma técnica pertencente à Medicina tradicional chinesa que permite regular o fluxo de energia (qi), através da colocação de agulhas em áreas específicas do corpo. Com o objetivo de restaurar a saúde do paciente ou prevenir doenças.


Com o crescimento da medicina alternativa , temos sido testemunhas do surgimento de numerosas e peculiares técnicas de cura que, em maior ou menor medida, têm gerado grande expectativa, esperança e admiração, assim como severos questionamentos ou franca incredulidade. O tempo se encarregou de deixar em esquecimento, muitos desses procedimentos, enquanto que outros permanecem e continuam seu desenvolvimento, devido a que demonstraram a sua eficácia através de estudos científicos e, acima de tudo, através de bons resultados.


Esse é o caso da acupuntura, terapia que leva mais de 2.500 anos de ser praticada e que agora, longe de estar em desuso, se estuda e investiga as universidades e os centros de saúde de todo o mundo, tal como descreve o Dr. Crisóforo Ordóñez Lopez, especialista na área e professor de pós-graduação na Escola Nacional de Medicina e Homeopatia (ENMH) do Instituto Politécnico Nacional, localizada ao norte da Cidade do México.


O também membro da Associação brasileira de Associações e Sociedades de Acupuntura, A.C., explica que esta disciplina faz parte da Medicina tradicional chinesa e consiste no uso de agulhas metálicas muito finas, que se puncionan ou colocados sobre a superfície do corpo, sempre em pontos específicos que estão ligados, através de um ‘canal’, com um órgão ou de campo que sofre de alguma doença”.


Além disso, descreve que, apesar de ser guardado com cuidado, a acupuntura começou a transcender suas fronteiras de origem por mérito próprio a partir de meados do século XX. “No México começamos a aplicar a partir de 1960, aproximadamente, e se deu a conhecer massivamente em todo o mundo em 1972, quando o então presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, fez uma visita à China, em que se fez acompanhar por vários médicos para que conhecessem e aprender esta técnica. A partir de então, foi referido como o método terapêutico de grande utilidade para muitos sofrimentos”.


Harmonia de opostos


Em primeira instância, é difícil acreditar que a colocação de agulhas é o suficiente para ajudar a curar uma doença; no entanto, Ordoñez Lopes esclarece que esta técnica baseia-se na longa série de conhecimentos que foram comprovados paulatinamente. As punções, por exemplo, não são feitas ao acaso, mas em “pontos muito específicos que foram descobertos através de ensaio e erro. Como em toda a medicina, os chineses da antiguidade, partindo de um conceito mágico mediante o qual pensavam que, se os enfermos tinham alguma doença era, porque lhes tinha metido um demônio em uma área do organismo; por isso picaban a pele, uma vez que, curiosamente, teve lugar a cura”.


Pouco a pouco, se foram determinando quais são, por exemplo, as regiões em que a colocação de agulhas gera alívio nos rins, fígado ou pulmões, assim como aquelas onde se atenuam problemas digestivos ou dores de cabeça, e que não necessariamente estão perto do órgão ou da área afetada. Além disso, conforme foi aumentando o número de pontos descobertos, verificou-se que estes se unem através de “meridianos” conhecidos como canais de acupuntura.


Esses canais não são terminações nervosas, mas “caminhos um pouco diferentes, cuja existência está comprovada e através das quais circulam o sangue (xue, em chinês) e energia (qi ; pronuncia-se chi), que, para a medicina tradicional daquela nação asiática são, respectivamente, os contrários ying e yang . Nós podemos interpretar, a grandes traços, como as forças de frio e calor, as mesmas que quando se desequilibram fazem com que apareça uma doença”.


Assim, a colocação de agulhas tem o objetivo de atuar sobre os canais de acupuntura , para restabelecer o equilíbrio perdido entre as energias opostas e complementares, como a água e o Sol, tornam possível a vida e a saúde.


Amplo espectro


Dizer do Dr. Crisóforo Ordóñez, a acupuntura é útil em grande número de doenças que se manifestam com dor, entre elas:



  • Enxaqueca ou ataques recorrentes de dores de cabeça associadas a náuseas e desconforto gerado pela luz ou ruído.

  • Problemas de coluna, como lombalgia (dor na parte baixa das costas), dorsalgia (desconforto nas costas alta) e ciática (distúrbio nervoso que causa dor na parte baixa das costas, glúteos e pernas).

  • Colite ou inflamação do intestino grosso, causando gases abdominais, náuseas, prisão de ventre ou diarreia.

  • Hemiplegia, que é a paralisia de um hemisfério do corpo.

  • Paralisia facial ou perda total do movimento muscular voluntário de um lado do rosto.

  • Dor menstrual.

  • Perturbações musculares.

  • Estresse e ansiedade.

Também pode atuar a nível preventivo, já que estimula o sistema imunológico (que protege contra o ataque de microrganismos) e dá maior resistência às doenças.


Em termos gerais, o tratamento de uma doença através da acupuntura requer de terapias semanais, cujo número irá variar de acordo com o problema a tratar. Em contrapartida, quando é usada como medida preventiva, as sessões podem ser repetida mensalmente.


A pergunta expressa, o especialista indica que a acupuntura pode ser usada a par de outros tratamentos. “Não há problema quando se combina com drogas, mas cabe esclarecer que, em muitos casos, talvez na maioria, nós podemos agir com acupuntura somente. Geralmente, os pacientes que recorrem a esta terapia, porque já estão cansados de tomar tanto remédio.”


No entanto, esclarece o professor que esta disciplina pouco pode fazer em doenças crônicas (com as quais convive o paciente por toda a vida) quando estão muito avançadas ou em fase terminal”, por exemplo, na insuficiência renal (incapacidade do rim para filtrar o sangue adequadamente), câncer (formação de tumoraciones devido ao desenvolvimento de células anormais) ou sida (deterioração do sistema de defesas por causa de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana), a ação da acupuntura é muito limitada e só a utilizamos para aliviar a dor ou para melhorar a qualidade de vida do paciente”.


De acordo com o Dr. Ordóñez López, diferentes estudos realizados em todo o mundo, assim como monografias (trabalhos de investigação que realiza um profissional para receber o seu título dos graduados da ENMH, concordam que a acupuntura tem um índice de eficácia de 70% a 80%, muito semelhante ao que têm outras terapias. “Mas é muito bom percentual, cabe ressaltar que não somos ‘todólogos’ nem oferecemos uma panacéia, pois não somos capazes de curar todos os problemas”, escreve o especialista.


Quanto às inovações que teve esta antiga disciplina, explica que a tecnologia ajudou a criar algumas variantes no tratamento, como “a electroestimulação, desenvolvida a partir da década de 1950-60, em que a agulha é conectada a um aparelho com o qual se enviam impulsos elétricos para ter melhores resultados, ou outros métodos mais inovadores, como o uso de ímãs ou campos magnéticos (magnetopuntura) ou de feixe de laser (acupuntura a laser) para estimular os pontos de acupuntura“, de modo que, ao menos neste caso, modernidade e tradição convivem em paz.


Dúvidas frequentes


Um dos pontos negativos que esta disciplina tem sofrido nos últimos tempos, não tem que ver com a sua eficácia, mas com a possibilidade de transformar-se em via de contágio de algumas doenças. O Dr. Ordoñez é clara e afirma que estudos sérios e rigorosos demonstram que nem o vírus da imunodeficiência humana (HIV, cuja infecção causa a sida) ou o da hepatite (ataca o fígado, inflamándolo e deteriorando o seu funcionamento), entre outros microrganismos, são transmitidos através desta técnica.


Apesar disso, enfatiza que os especialistas neste ramo da Medicina lançam mão de procedimentos que ajudam a evitar qualquer risco: “Quem estamos bem formados como médicos acupunturistas trabalhamos com agulhas descartáveis, que são muito económicas e usamos apenas uma vez, e em caso de que cheguemos a empregar as que são reutilizáveis são as damos ao paciente em um recipiente, marcada com seu nome, para que ele leve a sua casa, e não as compartilhe com ninguém mais”. Além disso, esclarece que é muito raro que ao fazer as punções são sangramento, de modo que a probabilidade de se gerar problemas posteriores é muito baixa.


Por outro lado, ao perguntar-lhe como você pode saber um paciente que está nas mãos de um bom acupunturista, o Dr. Ordóñez López diz que quem quiser se submeter a este tipo de tratamento deve recorrer a um médico de carreira que se tenha especializado nesta disciplina oriental, e não com pessoas que não têm conhecimentos profundos sobre o funcionamento do corpo humano e suas doenças.


Infelizmente, expõe, “há muita gente que exerce a acupuntura sem ter de estudos universitários e que só tomou um curso com duração de alguns meses ou semanas. Além de que são desonestos correm o risco de que a pessoa a que oferecem os seus serviços tenha algum problema grave, por exemplo, de câncer, que só pode ser tratada com métodos específicos, tais como medicamentos ou radiação. O único que conseguem esses maus terapeutas, é que o paciente perca tempo valioso por um diagnóstico errado e quando o doente vai ao médico adequado, é muito difícil dar a atenção devida, uma vez que o risco de ter um desfecho fatal é muito grande”.


Por isso, sublinha que a gente deve buscar a atenção daqueles especialistas que, depois de estudar Medicina (a corrida dura 6 ou 7 anos) tenham tomado uma pós-graduação (dois anos de preparação) em alguma das duas escolas oficiais que contam com estudos de acupuntura no México: o Instituto Nacional Politécnico e a Universidade Autônoma Metropolitana. “Não há melhor garantia para que o paciente esteja nas mãos de um verdadeiro profissional”.


Para concluir, o Dr. Crisóforo Ordóñez assegura que, apesar de parte da população (inclusive muitos médicos) considera que a acupuntura é uma charlatanismo ou de uma prática mágica, há muitas instituições sérias que realizam estudos para demonstrar suas qualidades terapêuticas e que vão além de “dar um simples piquete com uma agulha”.


Finaliza o professor: “Seria importante que tanto os pacientes como as autoridades volteen mais para a acupuntura e a descobrirem que se trata de um método eficiente, econômico, beneficente, natural e livre de efeitos colaterais (sempre que seja aplicado por um verdadeiro especialista) que, precisamente por estas qualidades, poderia ser incorporados aos sistemas de saúde pública”.


Se você quiser mais informações sobre o assunto ou receber terapia com um especialista, pode se comunicar com a Clínica de Acupuntura da ENMH ao telefone 5729-6000, extensão 555 15, na Cidade do México.

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Acuaeróbicos, exercícios aeróbicos realizados na água

Água e atividade física podem combinar-se graças à peculiar disciplina: os acuaeróbicos, que consistem em rotinas de exercício dentro de uma piscina, o que, além de fortalecer o sistema circulatório, pulmões e músculos, tem a peculiaridade de reduzir os impactos na coluna vertebral e articulações. Nós conheça-os!


Exercícios na água, Obesidade


Os exercícios aquáticos estão entre os mais recomendados para qualquer pessoa, já que, além de divertidos possuem a caridade, a qualidade de ser extremamente benevolentes com músculos e articulações, de modo que até mesmo as pessoas com fraqueza nos membros podem praticá-los, sem sofrer dor.


No entanto, desta vez, não nos referimos a disciplinas como natação, fixos, nado sincronizado, pólo aquático, mas os aeróbicos, sob a água ou acuaeróbicos, que começam a ter grande difusão e aceitação pelos excelentes resultados que oferecem à saúde.


Este novo recurso para o condicionamento físico, apto para pessoas de todas as idades, incluindo crianças maiores de 10 anos e idosos, gera escassos ou nulos efeitos adversos nas articulações, permite exercitar ao sistema cardiovascular, queimar calorias e tonificar o organismo, além de que, como se desenvolve sob a água, impede elevado aumento de temperatura, o que pode ser uma rotina prolongada, sem que se registrem notável fadiga ou perda de líquido através da transpiração.


Baixo impacto


Devido a que o meio líquido “prende” os objetos que se interessam por ele, uma pessoa mergulhada até o pescoço “perde” cerca de 90% de seu peso corporal, o que reduz de forma drástica a pressão que exerce a força da gravidade e, com isso, o esforço que se apresenta durante a prática de esportes fora da piscina.


Além disso, a maioria dos exercícios realizados na água geram um tipo de movimento conhecido como “contrações musculares concêntricas”, em que se gera adequado fortalecimento com o mínimo de dor por esforço, de modo que a possibilidade de lesões ou danos na coluna vertebral, quadris, joelhos, tornozelos ou outras articulações é eliminado quase por completo. Também há que assinalar que a pressão que gera a água no corpo (hidrostática) favorece a ativação da circulação do sangue em todo o corpo, tal como aconteceria com uma massagem suave.


Embora o tipo de rotinas se parecem com os exercícios aeróbicos que são realizados em uma academia, nesta novel disciplina também é possível levar a cabo outras práticas, como correr para dentro da piscina, patalear e fazer agachamentos sem que os joelhos sofrem o peso do corpo.


Mas a variedade não pára por aí, já que os praticantes mais avançados de acuaeróbicos realizam exercícios em áreas mais profundas da piscina, com a ajuda de flutuadores, a fim de exercitar as pernas, fazendo com; além disso, costumam fazer curvas de pernas semelhantes às que são executadas em uma bicicleta e usam pesos ou halteres para criar resistência e tonificar, principalmente, a parte superior do corpo.


O resultado é que esta disciplina se favorece a eliminação de gordura ao mesmo tempo que gera perda de líquidos, e embora não se sente o suor ou um ritmo cardíaco muito acelerado, os músculos de todo o corpo se tonificam e terminam com mais energia depois de realizar outros tipos de exercício em que o impacto nas articulações é mais marcado. Sim, há que salientar que, aconselha-se tomar bastante água (dois litros por dia, quando menos).


Como é a aula?


A sessão de acuaeróbicos inicia com aquecimento térmico, isto é, com a adaptação de a temperatura do corpo (36 a 37ºC) que a água (cerca de 29.5º c). Esta parte do treinamento dura 10 minutos e nela são realizados exercícios de respiração e alongamento de tendões e músculos.


Na segunda etapa, você trabalha o condicionamento aeróbico durante 20 ou 30 minutos, e é aqui onde começa a atividade para o sistema circulatório e os pulmões, já que provoca o aumento do ritmo através de rotinas que incluem o movimento e alongamento de todos os grupos musculares.


Mais tarde, em um período que vai de 10 a 15 minutos, são realizadas atividades específicas com o apoio de certos materiais, como:



  • Botão de punho.

  • Bola de ar ou água.

  • Banda elástica.

  • Leggings para braços e pernas.

  • Luvas especiais com peso extra dentro deles.

Para poder concluir a aula, durante 5 ou 7 minutos se fazem exercícios de relaxamento e alongamento, que são muito importantes para que todos os músculos voltem a esfriar. Cabe destacar que os centros onde se realizam essas classes devem ser especializados, ter um horário regular de prática e trabalhar em pequenos grupos para oferecer a melhor supervisão possível.


Esta disciplina exige constância para que se apresentem os resultados desejados; por isso, se optar por férias não abandone sua rotina esportiva, ao contrário, pode realizar ao menos os exercícios básicos na piscina do hotel, mas não conte com um instrutor na matéria.


Todos são beneficiados


São muitas as vantagens do exercício acuaeróbico para todas as pessoas que o praticam, entre elas:



  • Ajuda a reduzir o peso.

  • Melhora a qualidade do sono.

  • Regula os níveis de gordura, colesterol, ácido úrico, e açúcar no sangue.

  • Favorece o bom funcionamento do sistema imunológico (aquele que nos defende de infecções).

  • Oferece benefícios psicológicos, já que a água estimula o relaxamento e o trabalho em grupo promove a integração entre praticantes.

  • Não exige muito esforço.

  • Não gera dor ou fadiga muscular, como ocorre em práticas extremas, tais como levantamento de peso.

  • Para começar, não há necessidade de saber nadar, pois ainda que as aulas avançadas são feitas na área profunda da piscina, os exercícios para iniciantes são na parte em que a piscina tem menos água.

  • Pode ser praticada durante todo o ano, já que dificilmente as mudanças climáticas afetam as piscinas (os centros especializados de qualidade têm nível de temperatura controlável), especialmente se forem cobertas. No entanto, não está de mais que as pessoas da terceira idade tenham precauções extras, pois as variações de temperatura podem provocar doenças nas vias respiratórias.

Como se tudo isto fosse pouco, o baixo ou nulo impacto dos acuaeróbicos os torna terapia ideal para pessoas com condições físicas adversas, como as que têm problemas nas costas, joelhos e pontas, dores reumáticas, ou aqueles que sofrem de fibromialgia, que é uma doença crônica do sistema nervoso que afeta os músculos e articulações, uma vez que gera cansaço generalizado.


Também é aconselhável para mulheres grávidas ou que acabaram de dar à luz, assim como para aqueles que desejam melhorar a aparência da celulite, a circulação, ou a flacidez em determinadas áreas. Por sua vez, observou-se que os indivíduos com obesidade estão em acuaeróbicos uma opção que lhes permite gozar de agilidade e facilidade para se exercitar, fato contrário a uma classe regular de aeróbica de alto impacto.


Finalmente, considera-se que, para além de todos estes benefícios os acuaeróbicos são muito divertidos, já que os deslocamentos, tem-se a impressão de que o corpo não pesa e fica flutuando. Se lhe interessa a sua prática, procura um centro especializado e fale com o instrutor para saber mais sobre o desenvolvimento da aula e a experiência que possui, a fim de obter o maior proveito possível.

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12 desafios que irão melhorar a sua saúde

Começa um novo ano e com ele a oportunidade de colocar em prática todos os planos que, por uma ou outra razão se esqueceram no caminho, a sensação de começo nos dá o valor para projetar cada aspecto de nossa vida e trazarnos as metas necessárias para realizar cada desejo.


Ter uma vida saudável deve estar no top de propósitos de ano novo, por isso, preparamos uma série de desafios que irão ajudá-lo a melhorar a sua saúde, você só deve cumprir um por mês, e acompanhá-los com bons hábitos alimentares e atividade física, pois você vai ver como você obterá grandes resultados.


Vá em frente!

Açúcar Refinado

Janeiro: Não volte a usar o açúcar refinado nunca mais


Exclua ou reemplázalo por adoçantes naturais, como a rapadura e mel.

Diga adeus aos refrigerantes

Fevereiro: diga adeus aos refrigerantes


Consome sucos naturais e libera seu organismo de corantes e adoçantes artificiais.

Inclui em sua dieta preparações cozidas, em refogados ou cozidos.

Março: substitua as frituras por alimentos cozidos


Inclui em sua dieta preparações cozidas, em refogados ou cozidos.

Hidrátate desde o princípio, não se esqueça de fazê-lo também durante o dia.

Abril: beba água ao acordar


Hidrátate desde o princípio, não se esqueça de fazê-lo também durante o dia.

Não suprime a refeição mais importante do dia, certifique-se de que tenha proteína e frutas.

Maio: toma sempre


Não suprime a refeição mais importante do dia, certifique-se de que tenha proteína e frutas.

Vá para a cama cedo para dormir e descansar o suficiente.

Junho: deite-se cedo


Vá para a cama cedo para dormir e descansar o suficiente.

Escolha três dias para realizar alguma atividade física

Julho: faça exercício três vezes por semana


Escolha três dias para realizar alguma atividade física que você goste, pelo menos, 30 minutos.

Escolha as escadas e deixa de lado o elevador.

Agosto: use sempre as escadas


Seja no seu local de trabalho ou no shopping, escolha as escadas e deixa de lado o elevador.

As frutas que lhe darão vitaminas, minerais e fibra.

Setembro: ensaio de uma fruta diferente a cada dia


É uma boa oportunidade para descobrir novos sabores, além disso, as frutas se darão vitaminas, minerais e fibra.

Dê passo a temperos naturais

Outubro: reduz ou elimina o sal refinado


Dê passo a temperos naturais para dar sabor às suas refeições.

Procura uma técnica de meditação que se adapta à sua forma de ser

Novembro: medita todos os dias


Procura uma técnica de meditação que se adapta à sua forma de ser e encontrar um momento do dia para dar-lhe paz.

Nesta época, é fácil cair em excessos

Dezembro: come só até saciarte


Nesta época, é fácil cair em excessos, come apenas o necessário para saciar seu apetite.


Mudar maus hábitos e mantê-lo saudável é possível, já dizia Sócrates: “O segredo da mudança é concentrar toda a sua energia não em lutar contra o velho, mas em construir o novo.”

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